Já fui tomar le petit dejeneur perto do Museu D´Orsay. Só gente chic pelas redondezas, bem arrumadas...
É um prazer sentar num desses cafés e só ficar apreciando o movimento.
Da outra vez que eu lá estive chorava muito de dor, pois estava com uma hérnia na lombar em plena crise.
Caminhava em lágrimas, enquanto me auto massageava.
Dessa vez conforto total, tempo, sensação deliciosa de estar curtindo tudo aquilo. Observei que, dessa vez, o que mais me chamava atenção era Renoir; entrava numa sala, botava o olho em um quadro e era dele.
Foi o meu queridinho da vez. Da outra tive uma epifania com um Van Gogh, inesquecível. Também apreciei muito Toulouse de Loutrec, porque em livros eu não dava nada por ele.
Acho que em cada momento da vida a empatia é com um ou outro.
Mas confesso que a arte ocidental já não me pega mais como antes.
Gosto, sei o valor que tem, mas não me impressiona a ponto de ter eventos de epifania.
O oriente entrou nas minhas veias e é lá que fico em êxtase. Por outro lado, nesse momento da minha vida estou gostando mais da natureza, do céu, das flores, árvores, gente. Estou amando o ser humano!
Almocei num restaurante alí pelas redondezas e saí andando perdida, sem interesse em me achar, conhecendo a cidade. Caminhei bastante, vi lojas lindas, monumentos, pessoas louquíssimas. é muito boa a sensação de estar perdida numa cidade desconhecida.
O dia estava do tipo nublado e abria, como é bem comum aqui, pelo que vi.
Mais tarde encontrei Pedro e João no hotel e fomos para um restaurante pertinho da torre Eiffel esperar a Marina, que vinha de uma prova de Francês, onde passou super bem. Jantamos e por aí acabou o dia.
Lindo dia!
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