Saimos de manhã, com um carro alugado, para conhecer o Vale du Loire. Pedro e eu na frente e Marina com João atrás, já que ele não senta na cadeirinha de jeito nenhum; fica circulando pelo carro.
A vista linda todo o tempo, apesar de estar chuvoso. Pequenos povoadinhos, plantações, tudo muito cuidado.
Já almoçamos na cidade de Blois, medieval, maravilhosa, onde nos hospedamos. Apesar da chuva fomos conhecer o Castelo de Chambord, um dos maiores da região, de 1500. É bem grande mas por dentro tem poucos ambientes mobiliados.
João corria e gritava por tudo, cantando, pulando, trazendo vida àquele lugar. Coisa que as crianças que ali viveram, certamente nunca puderam fazer.
Eu, pessoalmente, não gosto muito de castelos. Os que já vi na França e Espanha, em outras ocasiões, me deixaram clara a sensação opressora que eles me causam.
Mas com a companhia maravilhosa que eu estava demos muita risada e foi bem legal.
Brasileiros por todos os lugares. Paris era praticamente dos brasileiros e japoneses. Ali da mesma forma, encontramos vários, inclusive no hotel que estávamos, um Ibis Stylist, que era bem barato e ótimo, super charmoso, novinho em folha, ideal para a nossa situação. Quarto duplo, banheira de hidromassagem com cromoterapia, lugar de brinquedos para as crianças, garagem, tudo de bom.
De noite comemos pizza no hotel mesmo, porque a chuva nos desanimou para sair.
Tudo muito alto astral!
No dia seguinte, depois do café, fomos conhecer a cidadezinha à pé. Ruas estreitinhas, todas as casas de pedra, tudo muito charmoso, organizado e limpíssimo.
Encontramos uma feirinha de sábado e quase piramos com as maravilhas que tinham para vender: queijos caseiros, linguiças e salames maravilhosos, geléias caseiras, frutas divinas, como figo (mil vezes melhor que os nossos), framboesas, patês de Foisgras, de canard... passas de framboesa... mortal!
Depois de um chopp no centro, almoçamos no melhor restaurante que fomos nessa viagem. Só no chute, pura intuição. Entrada, prato principal e sobremesa impecáveis, sofisticados, deliciosas, bem apresentados.
Valeu cada euro!
Fomos aí visitar mais um castelo, são 12 na região. Esse era um pouco mais novo, de 1600 mais ou menos e muito bem decorado. Um típico castelo de Romeu e Julieta. Muito lindo e com um jardim estonteante. Era um dia de sol e curtimos bastante passear pelos jardins e fotografar. Belo também e totalmente transparente o rio Loire, que atravessa e dá nome à região.
Fizemos um lanche no café do castelo e dei a noite free para Pedro e Marina sairem sózinhos, coisa que não fazem há meses. Foram ouvir jazz...João dormiu e eu terminei meu livro: Cinquenta tons de cinza, polêmico mas super agradável de ler, erótico do tipo que mulher gosta, já que foi escrito por uma.
Domingo saimos para ir ao jardins de Monet...mas aí é outro capítulo...
sábado, 29 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Um dia de adulto!
Nessa quinta-feira resolvi fazer um programa, para mim imperdível, mas chato para crianças.
Já fui tomar le petit dejeneur perto do Museu D´Orsay. Só gente chic pelas redondezas, bem arrumadas...
É um prazer sentar num desses cafés e só ficar apreciando o movimento.
Da outra vez que eu lá estive chorava muito de dor, pois estava com uma hérnia na lombar em plena crise.
Caminhava em lágrimas, enquanto me auto massageava.
Dessa vez conforto total, tempo, sensação deliciosa de estar curtindo tudo aquilo. Observei que, dessa vez, o que mais me chamava atenção era Renoir; entrava numa sala, botava o olho em um quadro e era dele.
Foi o meu queridinho da vez. Da outra tive uma epifania com um Van Gogh, inesquecível. Também apreciei muito Toulouse de Loutrec, porque em livros eu não dava nada por ele.
Acho que em cada momento da vida a empatia é com um ou outro.
Mas confesso que a arte ocidental já não me pega mais como antes.
Gosto, sei o valor que tem, mas não me impressiona a ponto de ter eventos de epifania.
O oriente entrou nas minhas veias e é lá que fico em êxtase. Por outro lado, nesse momento da minha vida estou gostando mais da natureza, do céu, das flores, árvores, gente. Estou amando o ser humano!
Almocei num restaurante alí pelas redondezas e saí andando perdida, sem interesse em me achar, conhecendo a cidade. Caminhei bastante, vi lojas lindas, monumentos, pessoas louquíssimas. é muito boa a sensação de estar perdida numa cidade desconhecida.
O dia estava do tipo nublado e abria, como é bem comum aqui, pelo que vi.
Mais tarde encontrei Pedro e João no hotel e fomos para um restaurante pertinho da torre Eiffel esperar a Marina, que vinha de uma prova de Francês, onde passou super bem. Jantamos e por aí acabou o dia.
Lindo dia!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Um dia de glória!
Cedinho já me trouxeram meu neto para passar o dia comigo. Mamãe ia ao médico ver o novo bebezinho e o pai trabalhar.
Terminei de me arrumar no hotel com João aprovando a roupa e maquillagem e saimos para o parque: escorregador, futebol (como ele não tinha bola chutava sementes grandes de uma árvore, caídas no chão, como se fosse). Gargalhadas, risadas e eu tendo um revival dos meus tempos de mãe de criança pequena.
Resolvemos aí andar de barco pelo Sena, fazendo o lanche do almoço. Delicioso. Programa que vale a pena fazer em Paris. Adorei. Vão contando a história da cidade, porque tudo está ao lado do rio. O João estava mais interessado em subir e descer do banco do que em adquirir cultura. Mas me beijava muito, muito, muito...queridíssimo! Realmente esse menininho é um anjo.
Depois voltamos para o hotel com um francês nos trazendo de bicicleta, naquele estilo India. Nós, carrinho de bebê e tudo. Foi muito legal, tanto que João dormiu no meu colo e, depois de choramingar chamando pela mamãe, continuou a dormir no hotel.
Papai e mamãe voltaram felizes porque está tudo bem com o novo bebê e, mais uma vez, fomos para os jardins da torre Eiffel fazer picnic com o primo Léo, tia Cris e Silvana. Até o namorado australiano dela, super simpático, veio nos fazer companhia. Jogaram bola, tomamos vinho, comemos super bem, vimos as luzes piscarem, que é uma festa e as crianças andaram de carrossel, um antigo, lindo, que tem ali.
Estou me sentindo muito feliz com o amor desse meu neto. Eu por ele e ele por mim. Do meu filho e minha nora, que é uma querida! Também da família Trauczynski, que faz parte da minha vida.
Amanhã vão todos para a Disney, menos eu, que vou para o Louvre e D´orsay.
Coração cheio de amor...
Terminei de me arrumar no hotel com João aprovando a roupa e maquillagem e saimos para o parque: escorregador, futebol (como ele não tinha bola chutava sementes grandes de uma árvore, caídas no chão, como se fosse). Gargalhadas, risadas e eu tendo um revival dos meus tempos de mãe de criança pequena.
Resolvemos aí andar de barco pelo Sena, fazendo o lanche do almoço. Delicioso. Programa que vale a pena fazer em Paris. Adorei. Vão contando a história da cidade, porque tudo está ao lado do rio. O João estava mais interessado em subir e descer do banco do que em adquirir cultura. Mas me beijava muito, muito, muito...queridíssimo! Realmente esse menininho é um anjo.
Depois voltamos para o hotel com um francês nos trazendo de bicicleta, naquele estilo India. Nós, carrinho de bebê e tudo. Foi muito legal, tanto que João dormiu no meu colo e, depois de choramingar chamando pela mamãe, continuou a dormir no hotel.
Papai e mamãe voltaram felizes porque está tudo bem com o novo bebê e, mais uma vez, fomos para os jardins da torre Eiffel fazer picnic com o primo Léo, tia Cris e Silvana. Até o namorado australiano dela, super simpático, veio nos fazer companhia. Jogaram bola, tomamos vinho, comemos super bem, vimos as luzes piscarem, que é uma festa e as crianças andaram de carrossel, um antigo, lindo, que tem ali.
Estou me sentindo muito feliz com o amor desse meu neto. Eu por ele e ele por mim. Do meu filho e minha nora, que é uma querida! Também da família Trauczynski, que faz parte da minha vida.
Amanhã vão todos para a Disney, menos eu, que vou para o Louvre e D´orsay.
Coração cheio de amor...
terça-feira, 18 de setembro de 2012
What a day!
Depois de um café no hotel fui esperar Marina e João para passearmos aqui no bairro. É muito legal porque só se vê francês mesmo, não é lugar de turista. Tudo muito calmo, residentes da região, velhas charmosas, mães com crianças, lugar de família.
Eu procurando a boneca que minha neta Chiara encomendou. Já andei meio Paris atrás dela.
Almoçamos numa creperie, com direito a crepe de nutella de sobremesa. Imagina aonde vou parar. Sentadas em restaurante com mesinha na rua, João correndo por alí e comendo mini tomate, que ele come de caixinha, como se fosse fruta.
Encontramos o Pedro, que veio da academia e fomos comprar um presente de aniversário para ele e para Marcos, que vai fazer niver aí sózinho, como um cachorrinho sem dono, eu morrendo de peninha. Mas meu coração está com ele.
Nisso tinha um desfile de moda na rua da Galeria Lafayette, em alto estilo, som da pesada, gente linda. Adivinha se João e Pedro não ficaram dançando como loucos, se divertindo horrores. Foi muito legal. Fomos também na Galeria Laffayette casa: enlouquecedor!!!!
O carrinho do João é o nosso guarda compras...vai se enchendo de pacotes, comidas...
Com isso encerrei o programa compras e agora vai ser só museu, parque e restaurantes. Nada mal.
Do centro mesmo já fomos encontrar com Silvana, Cris e Léo num restaurante chiquérrimo, Kongo, que nunca pensei em frequentar naquelas condições. Depois de andar o dia inteiro por lojas, metro, suar, passar frio, porque o tempo mudava a cada meia hora, só passei um batonzinho e lá fomos nós. Com crianças e tudo. O lugar é lindo e dali se vê Paris inteira. Tudo com figuras japonesas, comidas super sofisticadas e champagne, claro! Rimos muito, estava ótimo. As companhias, as crianças e meus queridos anfitriões, que não podem ser mais amorosos e amigões.
Encerramos a noite tirando fotos na ponte, exaustos mas super felizes!
Bon soir!
Eu procurando a boneca que minha neta Chiara encomendou. Já andei meio Paris atrás dela.
Almoçamos numa creperie, com direito a crepe de nutella de sobremesa. Imagina aonde vou parar. Sentadas em restaurante com mesinha na rua, João correndo por alí e comendo mini tomate, que ele come de caixinha, como se fosse fruta.
Encontramos o Pedro, que veio da academia e fomos comprar um presente de aniversário para ele e para Marcos, que vai fazer niver aí sózinho, como um cachorrinho sem dono, eu morrendo de peninha. Mas meu coração está com ele.
Nisso tinha um desfile de moda na rua da Galeria Lafayette, em alto estilo, som da pesada, gente linda. Adivinha se João e Pedro não ficaram dançando como loucos, se divertindo horrores. Foi muito legal. Fomos também na Galeria Laffayette casa: enlouquecedor!!!!
O carrinho do João é o nosso guarda compras...vai se enchendo de pacotes, comidas...
Com isso encerrei o programa compras e agora vai ser só museu, parque e restaurantes. Nada mal.
Do centro mesmo já fomos encontrar com Silvana, Cris e Léo num restaurante chiquérrimo, Kongo, que nunca pensei em frequentar naquelas condições. Depois de andar o dia inteiro por lojas, metro, suar, passar frio, porque o tempo mudava a cada meia hora, só passei um batonzinho e lá fomos nós. Com crianças e tudo. O lugar é lindo e dali se vê Paris inteira. Tudo com figuras japonesas, comidas super sofisticadas e champagne, claro! Rimos muito, estava ótimo. As companhias, as crianças e meus queridos anfitriões, que não podem ser mais amorosos e amigões.
Encerramos a noite tirando fotos na ponte, exaustos mas super felizes!
Bon soir!
Sem pressa
É muito bom visitar uma cidade assim, com calma, sem correrias, dormindo bem, lendo, caminhando pelas ruas sem pressa.
Inevitável frequentar lugares turísticos, ainda mais em Paris, mas sempre procuramos os locais e programas feitos por franceses. Picnic, por exemplo, é bem francês. Como o sol não é muito constante aqui e o verão muito curto, eles andam atrás dele, sempre procurando um raiozinho de sol, onde se deitam, sentam e ficam curtindo. Nos horários de almoço, depois do trabalho, estão pelas ruas, aproveitando os últimos dias de verão (nós chamaríamos isso de outono).
Mas eles sabem curtir a vida. Tem muita música no ar, ambientes de beleza, locais para um bom papo, restaurantes charmosos, cafés...
É um lugar onde se sente que tem história, passeamos no meio dela, parece um lugar de outra época. Parece, não, é. Continua sendo usado mas ele é de outros tempos, isso é bem claro aqui.Ao mesmo tempo que tudo tão bem planejado. Não foi uma cidade que simplesmente foi crescendo de qualquer jeito, ela é toda desenhada.Sempre tem uma praça no meio e dali saem ao redor as ruas, formando círculos. Encantador para nós que estamos acostumados com um centro o resto da cidade vai rolando como o diabo gosta, crescendo de qualquer jeito.
Outra grande diferença aqui é que a cidade funciona para proporcionar cultura e divertimento para o povo, grátis. Ela serve a sua população, seja rico ou pobre. Trânsito super tranquilo, transporte público com uma malha extensa, servindo a todos...coisas que não estamos acostumados...
É que somos muito jovens ainda como país e cultura, temos só 500 anos, não sacamos o lance. Piorando a situação, nosso modelo é o americano, com cidades que crescem para cima e não para os lados, criando ambientes de área verde, parques, arte. Isso tudo muda a cabeça de um povo.
Mas também vou nos defender um pouco, somos mais espontâneos, alegres, rimos mais, dançamos muito.
Eu amo o Brasil. Admiro a França mas adoro ter nascido nesse país tropical.
Sem falar que aqui se usa euro, que temos que multiplicar por 3 e ganhamos em real...mas como diz minha nora Marina, quem converte não se diverte.
Inevitável frequentar lugares turísticos, ainda mais em Paris, mas sempre procuramos os locais e programas feitos por franceses. Picnic, por exemplo, é bem francês. Como o sol não é muito constante aqui e o verão muito curto, eles andam atrás dele, sempre procurando um raiozinho de sol, onde se deitam, sentam e ficam curtindo. Nos horários de almoço, depois do trabalho, estão pelas ruas, aproveitando os últimos dias de verão (nós chamaríamos isso de outono).
Mas eles sabem curtir a vida. Tem muita música no ar, ambientes de beleza, locais para um bom papo, restaurantes charmosos, cafés...
É um lugar onde se sente que tem história, passeamos no meio dela, parece um lugar de outra época. Parece, não, é. Continua sendo usado mas ele é de outros tempos, isso é bem claro aqui.Ao mesmo tempo que tudo tão bem planejado. Não foi uma cidade que simplesmente foi crescendo de qualquer jeito, ela é toda desenhada.Sempre tem uma praça no meio e dali saem ao redor as ruas, formando círculos. Encantador para nós que estamos acostumados com um centro o resto da cidade vai rolando como o diabo gosta, crescendo de qualquer jeito.
Outra grande diferença aqui é que a cidade funciona para proporcionar cultura e divertimento para o povo, grátis. Ela serve a sua população, seja rico ou pobre. Trânsito super tranquilo, transporte público com uma malha extensa, servindo a todos...coisas que não estamos acostumados...
É que somos muito jovens ainda como país e cultura, temos só 500 anos, não sacamos o lance. Piorando a situação, nosso modelo é o americano, com cidades que crescem para cima e não para os lados, criando ambientes de área verde, parques, arte. Isso tudo muda a cabeça de um povo.
Mas também vou nos defender um pouco, somos mais espontâneos, alegres, rimos mais, dançamos muito.
Eu amo o Brasil. Admiro a França mas adoro ter nascido nesse país tropical.
Sem falar que aqui se usa euro, que temos que multiplicar por 3 e ganhamos em real...mas como diz minha nora Marina, quem converte não se diverte.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Uma segunda de férias!
Começou o dia nublado. Eu ia sair para caminhar e correr aqui nos jardins da torre Eiffel, ao lado do Sena, mas deu preguiça e fiquei no hotel lendo.
Marquei de sair com a Marina e João para almoçar e fomos na Galeria Lafayette. No terraço da loja tem um lugar espetacular, de onde se vê toda a cidade e dá para largar o João sem perigo, correndo por tudo. Almoçamos num japa e ficamos sentadas em espreguiçadeiras no sol. Claro que até chegarmos lá encima, paramos por todos os andares...
Batemos pernas pela cidade e com o Pedro fomos fazer um picnic nos jardins da torre, nosso reduto.
Compramos altos queijos, presunto de parma, pastinhas, framboesas, uvas e vinho branco. O
João já logo pega a toalha para estender na grama e fizemos um delicioso lanche, enquanto ele corria para lá e para cá, abraçando novos amiguinhos.
A torre fica linda acesa e quando começa a piscar todo mundo bate palmas. João pira, grita, dança. Esse sabe se divertir com a vida! É um aprendizado!
Marquei de sair com a Marina e João para almoçar e fomos na Galeria Lafayette. No terraço da loja tem um lugar espetacular, de onde se vê toda a cidade e dá para largar o João sem perigo, correndo por tudo. Almoçamos num japa e ficamos sentadas em espreguiçadeiras no sol. Claro que até chegarmos lá encima, paramos por todos os andares...
Batemos pernas pela cidade e com o Pedro fomos fazer um picnic nos jardins da torre, nosso reduto.
Compramos altos queijos, presunto de parma, pastinhas, framboesas, uvas e vinho branco. O
João já logo pega a toalha para estender na grama e fizemos um delicioso lanche, enquanto ele corria para lá e para cá, abraçando novos amiguinhos.
A torre fica linda acesa e quando começa a piscar todo mundo bate palmas. João pira, grita, dança. Esse sabe se divertir com a vida! É um aprendizado!
Domingo
Em Paris, como em qualquer outro lugar, é dia de passear com a família. Dia lindo de sol, quente, perfeito para andar pelas ruas deixando as crianças correrem.
Encontramos parentes, que também estão por aqui, na livraria mais famosa de Paris: Shakespeare and company, onde eram recebidos todos os escritores parisienses quando chegavam à cidade lá nos velhos tempos. João com o primo Léo, tia Cris e Silvana. Começou a bagunça. Dançando na rua com os shows que acontecem nas pontes e calçadas, os meninos pirando de felizes correndo atrás dos pombos, dando pãozinho para os passarinhos que ficam atrás de uma das torres da Notre Dame...
Como é comum nesses dias, tem fila para tudo. Entrar na igreja estava impossível mas rodeamos ela inteira para ver os símbolos, esculturas, o bem e o mal ali representados. Ela é maravilhosa! Fica na Ile da la cite, uma das ilhas do Sena. Fomos depois para o Quartir latin, onde almoçamos, e saimos caminhando pelas ruazinhas, junto com milhões de turistas, brasileiros de montão.
É impressionante como o meu neto, João, se diverte com tudo, a alegria que sente com qualquer coisa e como sabe curtir. Abriram as janelas do metro, porque estava quente, e vinha uma ventania grande. Ele abriu os dois bracinhos, no colo do pai, e ficava de frente para o vento dando gargalhadas, com os cabelinhos loiríssimos voando. A coisa mais linda! Sai correndo atrás de cada pombo querendo pegar um e dando risada...assim é com tudo. Pára em cada vitrine que tem alguma coisa interessante e fica curtindo...Não precisa brinquedo para ele, se diverte com o mundo.
Pés cansados, de tardinha, voltando para casa comprei uns quiches e torta de figo maravilhosas, um vinho e vim comer no hotel. A familinha foi para o seu ninho descansar também.
Lindo dia de domingo.
Encontramos parentes, que também estão por aqui, na livraria mais famosa de Paris: Shakespeare and company, onde eram recebidos todos os escritores parisienses quando chegavam à cidade lá nos velhos tempos. João com o primo Léo, tia Cris e Silvana. Começou a bagunça. Dançando na rua com os shows que acontecem nas pontes e calçadas, os meninos pirando de felizes correndo atrás dos pombos, dando pãozinho para os passarinhos que ficam atrás de uma das torres da Notre Dame...
Como é comum nesses dias, tem fila para tudo. Entrar na igreja estava impossível mas rodeamos ela inteira para ver os símbolos, esculturas, o bem e o mal ali representados. Ela é maravilhosa! Fica na Ile da la cite, uma das ilhas do Sena. Fomos depois para o Quartir latin, onde almoçamos, e saimos caminhando pelas ruazinhas, junto com milhões de turistas, brasileiros de montão.
É impressionante como o meu neto, João, se diverte com tudo, a alegria que sente com qualquer coisa e como sabe curtir. Abriram as janelas do metro, porque estava quente, e vinha uma ventania grande. Ele abriu os dois bracinhos, no colo do pai, e ficava de frente para o vento dando gargalhadas, com os cabelinhos loiríssimos voando. A coisa mais linda! Sai correndo atrás de cada pombo querendo pegar um e dando risada...assim é com tudo. Pára em cada vitrine que tem alguma coisa interessante e fica curtindo...Não precisa brinquedo para ele, se diverte com o mundo.
Pés cansados, de tardinha, voltando para casa comprei uns quiches e torta de figo maravilhosas, um vinho e vim comer no hotel. A familinha foi para o seu ninho descansar também.
Lindo dia de domingo.
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