Depois de um belo café da manhã com figos, framboesas, iogurtes gregos e aveia, saí sozinha para ir ao
Museu de Arte Moderna.
O próprio edifício é lindo, moderno, doido. A vista de Paris que se tem do terraço é estonteante, de 360 graus. Tomei um café apreciando tudo isso.
No último andar eles têm exposições de pintores atuais, sazonal. Na parte fixa do museu eles mostram alguns belos Picassos, enormes Matisses (meu pintor predileto de todos os tempos),surpreendentes (para mim) Kandinkis, já que nunca tinha visto nada dele pessoalmente e adorei. Um único Chagal, mas dos melhores dele, a meu ver,e amei ter visto pessoalmente, Modigliani lindos, Braque e por aí vai...
Além disso os contemporâneos como Ioko Ono, Andy Warhol e instalações que não me fazem a cabeça.
As pessoas nesse lugar eram de outra tribo. Gente jovem, cabelos loucos, roupas extravagantes, bem desse tempo. Sentados no chão, rindo, ouvindo os benditos Ifones, sempre em grupos. Muito legal o astral.
Saí de lá embevecida e fui me perder pela cidade, por querer mesmo. Fui caminhando, sem destino, até que resolvesse voltar para casa. Muito legal aquela região, lojas transadas, sapatarias espetaculares, cafés a cada esquina, livrarias de arte.
No final, quando decidi voltar, não foi tão simples assim. A cada estação de metro que eu entrava só se podia comprar os tikets nas máquinas e aí eu não entendia nada. Assim passei por duas, caminhando e caminhando, quando resolvi perguntar para um rapaz de terno e ele me disse para acompanhá-lo que ele estava indo para uma estação e me orientaria. Inclusive me deu um tiket dele, quando viu que eu não sabia lidar com o negócio. Um anjo no meio do caminho, que ia na minha direção. Normal...para os que acreditam...
Jantarzinho delicioso em casa: aspargos com ovos moles e champagne em companhia da familinha mais linda do mundo!
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